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domingo, 24 de junho de 2012

Alberto Ribeiro - Soldados de Portugal [EP]





A1. Soldados de Portugal
A2. Deus dá sempre
B1. Senhora da Nazaré
B2. Mondego

Alberto Ribeiro - Coimbra [EP]





A1. Coimbra
A2. Fado Hilario
B1. Canção do cigano
B2. Canção do Alentejo

Alberto Ribeiro - A voz de Portugal [LP]

A1. Isto é Lisboa
A2. Maria morena
A3. Alfama velhinha
A4. Fado de Vila Franca
A5. Ah! Mal-me-quer
A6. O Porto é assim
B1. O mapa esta errado
B2. Ipanema
B3. Casinha branca
B4. Maria da saudade
B5. Nem as paredes confesso
B6. Candieiro da esquina

Alberto Ribeiro - Canção do pescador [EP]




A1. Carta do Expedicionario
A2. Marco correio
B1. Canção do pescador
B2. Adeus Lisboa

Alberto Ribeiro - Saudade - (1985) [LP]

A1. Fado Hilário
A2. Carta do expedicionario
A3. Última carta
A4. Canção do Alentejo
A5. Mondego sonhador
A6. Marco do correio
B1. Coimbra
B2. Adeus Lisboa
B3. Noivado de Maria
B4. Canção do cigano
B5. Serenata de olhos verdes
B6. Canção do pescador

Alberto Ribeiro - Os maiores sucessos de... [LP]

A1. Fado Hilário
A2. Serenata dos olhos verdes
A3. Noivado de Maria
A4. Marco do correio
A5. Canção do pescador
A6. Canção do Alentejo
B1. Coimbra
B2. Matar saudades
B3. Carta do expedicionário
B4. Adeus Lisboa
B5. Mondego sonhador
B6. Canção do cigano

Alberto Ribeiro - Orquidea [EP]





A1. Orquídea
A2. Cha cha cha e muita felicidade
B1. Eu Já Não Sei
B2. Raiana de Caia

Alberto Ribeiro - O melhor de ... - (2008) [CD]

01. Coimbra
02. Mondego sonhador
03. Marco do correio
04. Catraia do Porto
05. Carta do expedicionario
06. Cancao do pastor
07. Cancao do cigano
08. Adeus Lisboa
09. Alma de deus
10. Nao e amor
11. Lisboa a vista
12. O retrato dela
13. Matar saudades
14. Noivado de Maria
15. Serenata dos olhos verdes
16. Fado Hilario
17. Ultima carta
18. Cancao do Alentejo
19. Cancao do pescador
20. Conclusão

Alberto Ribeiro - Clássicos da Renascença '32' - (2000) [CD]

01. Mondego
02. Raiana Do Caia
03. Ai Malmequer
04. Eu Já Não Sei
05. Orquídea
06. Deus Dá Sempre
07. Prenda De Natal
08. Marianita
09. Pingo De Chuva
10. Maria Da Nazaré
11. Soldados De Portugal
12. O Porto É Assim

13. Chá, Chá, Chá E Muita Felicidade
14. Senhora Da Nazaré

Alberto Ribeiro - Canções e vozes imortais - (1989) [LP]

A1. Soldados de Portugal
A2. Raiana do Caia
A3. Senhora da Nazaré
A4. Marianita
A5. Pingo de chuva
A6. Mondego
B1. Prenda de Natal
B2. Deus dá sempre
B3. Eu Já Não Sei
B4. Orquídea
B5. Cha cha cha e muita felicidade
B6. Maria da Nazaré

Alberto Ribeiro - Férias em Lisboa [LP]

A1. Quem foi?
A2. Granada
A3. Mais do que nunca
A4. De sol a sol
A5. Pedra que caiu
A6. Canção cheia de sol
B1. Ou tarde ou cedo
B2. Rua do abandono
B3. Creio em ti
B4. Ferias em Lisboa
B5. Preste atenção
B5. As carvoeiras

Alberto Ribeiro - Quem foi? - (1966) [EP]





A1. Quem foi?
A2. Granada
B1. Mais só que nunca
B2. De sol a sol

Alberto Ribeiro - Canta... Fado Hilario - (1957) [EP]




A1. Fado Hilário
A2. Canção do Alentejo
B1. Coimbra (Avril Au Portugal)
B2. Canção do Cigano

sábado, 23 de junho de 2012

Alberto Ribeiro


Alberto Dias Ribeiro nasceu em Ermesinde (perto do Porto) a 29 de Fevereiro em 1920. Filho de um comerciante muito considerado na sua localidade, tudo indicava que Alberto Ribeiro iria seguir as pisadas de seu pai. Mas certo dia, quando tinha apenas oito anos de idade, Cristiano, seu irmão mais velho, que gostava de tocar guitarra, pede-lhe que cante acompanhando-o à guitarra.
Com nove anos termina seus estudos e nesta altura sua familia muda-se para o Porto. Certa noite, estando Alberto Ribeiro e seu pai num conhecido café da Invicta, «o Portugal», local onde se cantava o fado, um amigo da família fala ao dono do café sobre ele, e é assim que Alberto Ribeiro se estreia a cantar em público. O sucesso é tal, que o dono do café o contrata por 15 escudos por dia, e isto com apenas 10 anos de idade. 
Com 15 anos, muda-se para Lisboa. Sem dinheiro nenhum, emprega-se numa fábrica de tecelagem, mas isso muda rapidamente pois ao fim de uma semana apenas, já estava contratado para cantar no «café Luso». Passa a estudar canto, com a professora D. Maria Antónia Palhares, que mal o conhece e ao escutar a sua voz, prevê que aquele jovem se tornaria em breve num ídolo nacional.
Em 1939, Alberto Ribeiro estreia-se no teatro Apolo, com a revista «Toma lá Cerejas». O sucesso foi enorme. A partir daí nunca mais parou, participando em uma larga dezenas de revistas e operetas.
Em 1944 é convidado para integrar como primeira figura na companhia espanhola de Célia Gomez. Assim parte para Espanha, onde durante 18 meses alcança um sucesso sem precedentes. 
Alberto Ribeiro estreia-se no cinema em Espanha, com o filme espanhol «Un Ladrón de Guante Blanco». Obteve grande de popularidade, surgiu como intérprete principal do filme "Capas Negras" contracenando com Amália Rodrigues, continuando no período que se lhe seguiu como vedeta de cinema em várias películas nacionais e internacionais.
Em 1946 é inaugurada no Parque Mayer a “Sala Júlia Mendes” sendo Alberto Ribeiro primeira figura de cartaz ao lado de Amália Rodrigues.
Foi o galã de inúmeras operetas, quer pela sua figura, quer pelo seu cantar era o intérprete ideal, para um espectáculo muito em voga na época, mas muito cedo se retirou de cena sem que houvesse uma quebra de popularidade e de prestígio, que o justificasse.
Na década de 1960 voltou ao palco para a comemoração dos 25 anos da opereta "Nazaré" onde interpretava, entre outras canções "Maria da Nazaré" de sua autoria em parceria com o poeta António Vilar da Costa e que foi um estrondoso êxito na década de 1940.
Retira-se novamente de cena sem que ninguém o compreenda, remetendo-se a um silêncio que ninguém conseguiu até hoje quebrar. Mas o público não o esquece e com os seus discos a serem reeditados consecutivamente,  são a prova definitiva que a fidelidade dos admiradores de sempre tem arrastado consigo novos ouvintes interessados e fascinados por uma voz cujas raras qualidades perduram.
Faleceu a 26 de Junho de 2000, em Lisboa.


Fontes: Blog Lisboa no Guiness 
           Site Macua
           Blog Paulo Borges

domingo, 17 de junho de 2012

Ilda de Castro - A saudade que canta [LP]

A1. Noite sem lua
A2. Graça de Deus
A3. Noites de Lisboa
A4. Tempos que já lá vão
A5. Tristeza
A6. Sapatinho de trança
B1. A guitarra
B2. Azenha
B3. Cavaleiro do luar
B4. Minha cruz
B5. Gosto do fado
B6. Garota engraçada

Ilda de Castro - Amor, fado e saudade - (1967) [LP]

A1. Agora e tarde
A2. Vira do norte
A3. Castelo de cartas
A4. Cenas daquilo que somos
A5. Jamais posso perdoar
A6. Não sei, amor
B1. Moleirinha
B2. Amore, fado e saudade
B3. Lisboa a noitinha
B4. Esquina do pecado
B5. Marcha do arraial
B6. Vira que vira

Ilda de Castro - Grilinho - (1977) [EP]




A1. Grilinho
A2. Pom-pom
B1. Tem tem (O malhão)
B2. Triste malhão

Ilda de Castro - Fado de samba e saudade - (1984) [EP]



Lado A
Fado de samba e saudade

Lado B
Vindimeiro

Ilda de Castro - A pomba da rosinha - (1986) [K7]

A1 - A pomba da Rosinha
A2 - Canção de Trás-os-montes
A3 - Canção do Algarve
A4 - É sempre assim
A5 - Rainha de Portugal
B1 - Brasileirinho lindo
B2 - Chega um dia
B3 - Lavadeiras do quintal
B4 - Zumba na caneca
B5 - Eu sou Lisboa

Ilda de Castro - Beijinho portugues - (1988) [K7]

A1. Beijinho portugues
A2. Bom dia - bom dia
A3. O fado
A4. Regresso
A5. Canção dos herdeiros
B1. Serões
B2. Cautela, meu bem cautela
B3. Velho mendigo
B4. Vida de artista
B5. Poema a vida