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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Olivinha Carvalho - Recordando Portugal [LP]

A1. Lar Português
A2. Estrela da Minha Vida
A3. Nem As Paredes Confesso
A4. Não Sei Porque Te Foste Embora
A5. Perseguição
A6. Segue Teu Caminho
B1. O Fado é Bom Pra Xuxú
B2. Madragoa
B3. Deixa Falar o Mundo
B4. Fado Lisboa
B5. O Fado de Cada Um
B6. Ai! Se Meus Olhos Falassem

Olivinha Carvalho - Isto é Portugal [LP]

A1. Canto o fado
A2. Juramento
A3. Longe da vista
A4. Sete saias
A5. Tu não mereces
A6. Lisboa a noite
B1. Marcha de rua
B2. Lugar vazio
B3. O mar enrola na areia
B4. Festões
B5. Marcha da Alfama
B6. Fado estilizado

Olivinha Carvalho - Apresenta Domingo em Portugal [LP]

A1. Oh Rosa arredonda a saia, .... - Olivinha Carvalho
A2. Caso encerrado - Antonio Campos
A3. Não acordes minha dor - Mª Alcina
A4. Veio a saudade - Mario Simões
A5. Chaile franjado - Tininha Gomes
A6. O fado é portugues - O. Carvalho
B1. Domingo em Lisboa - O. Carvalho
B2. Viver não custa - Alexandre Correia
B3. Doce Loucura - Lucia dos Santos
B4. Por te querer tanto - Paulo Barcelos

B5. Desgarrada - Antonio Campos & Maria Alcina
B6. Oh tempo, volta pra traz - Olivinha Carvalho

Olivinha Carvalho - Lembranças de Portugal - (1971) [LP]


A1. Canto o fado
A2. Juramento
A3. Longe da vista
A4. ...
B1. Marcha da rua
B2. Lugar vazio
B3. O mar enrola na areia
B4. Festões
B5. Marcha da Alfama
B6. Fado estilizado

sábado, 9 de junho de 2012

Cândida Ramos - Não há fado sem Lisboa [EP]





A1. não ha fado sem lisboa
A2. podes dizer que sou tua
B1. leis do coraçao
B2. noite escura

Cândida Ramos - Fados por... 'Perdido amor' [EP]





A1. Perdido amor
A2. Outono na primavera
B1. Degraus da vida
B2. Quadras soltas

Cândida Ramos - Fados 'Meia nesga de viela' [EP]





A1. Meia nesga de viela
A2. Lisboa velhinha
B1. Quem me dera ser assim
B2. Sigo hoje outro caminho

Cândida Ramos - Fados ''Janela aberta p'ra vida'' [EP]





A1. Janela aberta p'ra vida
A2. Anda a saudade comigo
B1. Lisboa tema de um fado
B2. Trazes a noite contigo

Cândida Ramos - Fado arrastado [EP]





A1. Fado arrastado
A2. Não passas sem mim
B1. A nossa Lisboa canta
B2. Do mal o menos

Cândida Ramos - As cantigas [EP]





A1. As cantigas
A2. As ruas
B1. Meu amor é forcado
B2. Outra paixão

terça-feira, 5 de junho de 2012

Maria Teresa De Noronha - Pintadinho - (1959) Ed. Inglesa [EP]




A1. Recordação
A2. Sete letras
B1. Pintadinho
B2. Vida da minha vida

Maria Teresa de Noronha - Fado antigo - (1959) [EP]




A1. Fado da Idanha
A2. Fado de Outrora
B1. Caminhos sem fim
B2. Fado Rio Maior

Maria Teresa de Noronha



Maria Teresa de Noronha, tratada carinhosamente por Baté, foi uma fadista portuguesa de origem aristocrática.
Fadista, Maria Teresa do Carmo de Noronha Guimarães Seródio, nasceu a 7 de setembro de 1918, em Lisboa, e faleceu a 5 de julho de 1993, em Sintra. Juntamente com Amália Rodrigues, Hermínia Silva e Alfredo Marceneiro, é a mais significativa voz do fado no século XX. Foi a primeira grande representante do chamado «fado aristocrático». E é tia do fadista Vicente da Câmara.

Maria Teresa de Noronha é descendente dos condes de Paraty, o primeiro dos quais foi Par do Reino e Gentil-Homem da Câmara de D. João VI. E viria a tornar-se Condessa de Sabrosa por casamento com José António Barbosa Guimarães Seródio. O meio aristocrático onde sempre viveu marcou indelevelmente todo o seu percurso artístico. armazemdefados.blogspot
Sobrinha-neta do guitarrista e cantador João do Carmo de Noronha, integrou, juntamente com o seu irmão, Vasco de Noronha, o coro do maestro Ivo Cruz. Teve formação de canto e piano.

Começou a cantar fado muito nova, no círculo restrito de familiares e amigos, que se foi alargando a outras casas e salões. Em Alcochete, nas terras da sua família, onde passava o verão, surpreendia de quando em vez a população com a sua esplendorosa voz, em serões de fado ao ar livre.

Em 1938, iniciou a sua colaboração semanal num programa radiofónico da recentemente fundada Emissora Nacional que consistia em quatro fados e uma guitarrada, de início acompanhada por Fernando Freitas e Abel Negrão. Manteve o programa 23 anos consecutivos. Em 1939, gravou o seu primeiro álbum, na própria Emissora Nacional. A que se seguiram dezenas de outros, numa discografia muito dispersa, como era habitual na época. Destaca-se por isso a coletânea editada pela Emi-Valentim de Carvalho em 1993. 

A sua voz límpida e bem timbrada, com um estilo único e bem definido, chegou a rivalizar com a de Amália Rodrigues. E conquistou muitos admiradores de todas as classes sociais, participando regularmente em concertos de beneficência. Teve também uma carreira internacional brilhante, de que se destacam as atuações na Feira do Livro de Barcelona, no Principado do Mónaco, na BBC e uma digressão que fez no Brasil, aquando da inauguração do voo Lisboa-Rio de janeiro.

Conta com um reportório muito vasto e com algumas ousadias, como a de cantar o fado de Coimbra, que, segundo a tradição, só era interpretado por homens. São muitas as interpretações que a imortalizaram. Entre outros fados, "Pintadinho" (José Mariano), "Fado João" (Maria Carlota de Noronha/João de Noronha), "Fado das Horas" (António de Bragança), "Saudades das Saudades" (António de Bragança/José António Sabrosa), "Fado Anadia" (Marques dos Santos), "De Loucura em Loucura" (João Dias/Martinho d'Assunção), "Desengano" (Mário Pissarra/José Marques) ou "Fado da Verdade", este último em resposta à polémica levantada pelas conferências de Luís Moita na Emissora Nacional, Fado Canção de Vencidos.   Ela própria escreveu algumas letras, incluindo uma versão do "Fado Corrido", a que chamou "Corrido Antigo". Foram muitos os guitarristas que a acompanharam, com destaque para Raul Nery, Joaquim Vale e Joel Pina.

Em 1962 pôs fim à sua carreira artística. E teve uma grandiosa festa de homenagem onde participaram grandes figuras do fado. A partir daí passou a cantar apenas num círculo fechado de amigos e familiares. A sua última aparição pública foi em 1973.

Faleceu aos 74 anos, em Sintra. Foram-lhe prestadas inúmeras homenagens. É considerada uma das maiores fadistas de sempre e uma referência recorrente nas gerações que se lhe seguiram, embora a sua voz seja inimitável.  armazemdefados.blogspot A cidade de Lisboa prestou-lhe um justo tributo ao atribuir o seu nome a uma rua da cidade, no Bairro do Camarão da Ajuda. 


Fonte: Portaldofado

terça-feira, 29 de maio de 2012