terça-feira, 12 de junho de 2012

Maria Albertina



Maria Albertina Soares de Paiva, nasceu em Ovar no ano de 1909.
Maria Albertina quando jovem ainda na terra natal cantava Fado de Coimbra.
É em Lisboa que inicia a sua carreira artística, descoberta pelo Maestro Macedo de Brito, que apadrinhou a sua entrada no Teatro Maria Vitória, onde se estreou em 1931 na opereta “História do Fado”, ao lado de Berta Cardoso e Maria das Neves.
È convidada para fazer parte do cartaz na “Grandiosa Festa do Fado” em homenagem ao popular poeta João da Mata, que se efectuou no Salão Jansen em 7 de Fevereiro de 1931.
Em 1933 tem uma intervenção no filme “Canção de Lisboa”, cantado o “Fado dos Beijos Quentes”.
Em 1934 na revista “Vista Alegre” faz o quadro do Malhoa com Carlos Ramos
Ainda em 1935, o seu maior sucesso é o “Fado da Sardinha Assada”, da revista de com o mesmo nome, seguiram-se revistas como: Viva a Folia, Feira de Agosto, Olaré quem Brinca o Liró.
Fez ainda as operetas “ O Miúdo do Terço, “Coração de Alfama” e “Nazaré”.
Em 1941 entra na Grande Marcha de Lisboa.
Em 1943 é cabeça de cartaz na revista “O Dia da Espiga”,
Abandona a revista e passa a cantar nas casas típicas, intercalando com algumas saídas ás Ilhas e ao estrangeiro, Espanha, Brasil, Argentina, E.U.A., Canadá.
Representou o folclore português na Grande Exposição Internacional de Paris.
Ainda em Paris no Restaurante Típico da Clara d´Ovar, tem um êxito estrondoso.
Actua na”Festa de Despedida de Alfredo Marceneiro” levada a efeito no S. Luís em 25 de Maio de 1963.
Sendo uma apreciada fadista, fez durante 20 anos parte do elenco da casa de fados de Lucília do Carmo, “O Faia”
O seu repertório para além do folclore incluía Fados como: Chico da Mouraria, Sou Fadista, Duas Gémeas, Fado Albertina, Fado Luso, Belos Tempos Outrora
Mãe do popular locutor de rádio e televisivo Cândido Mota, que é decerto um dos nossos mais brilhantes locutores, o Cândido não canta o Fado, mas tem uma “Alma Fadista”
Maria Albertina, faleceu em Lisboa a 27 de Março de 1985.

Fonte: Blog lisboanoguiness

Olivinha de Carvalho - O fado mora em Lisboa [EP]




A1. O fado mora em Lisboa
A2. O amor é mesmo assim
B1. Fado da solidão
B2. Não gosto de ti

Olivinha Carvalho - Canta para encantar [EP]





A1. Alta roda
A2. Agora choro a vontade
B1. Deixa andar
B2. Marcha da Graça

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Olivinha Carvalho - Serie Colagem [LP]

A1. Bem vindo seja
A2. Ai Mouraria
A3. Lisboa (Lisboa antiga)
A4. Nem as paredes confesso
A5. Perseguição
A6. O fado é bom p'ra xuxu
B1. Madragoa
B2. A Rosinha dos limoes
B3. Lavadeiras de Portugal
B4. Canção do mar
B5. A Fonte das Sete Bicas
B6. Aldeia da roupa branca

Olivinha Carvalho - Recordando Portugal [LP]

A1. Lar Português
A2. Estrela da Minha Vida
A3. Nem As Paredes Confesso
A4. Não Sei Porque Te Foste Embora
A5. Perseguição
A6. Segue Teu Caminho
B1. O Fado é Bom Pra Xuxú
B2. Madragoa
B3. Deixa Falar o Mundo
B4. Fado Lisboa
B5. O Fado de Cada Um
B6. Ai! Se Meus Olhos Falassem

Olivinha Carvalho - Isto é Portugal [LP]

A1. Canto o fado
A2. Juramento
A3. Longe da vista
A4. Sete saias
A5. Tu não mereces
A6. Lisboa a noite
B1. Marcha de rua
B2. Lugar vazio
B3. O mar enrola na areia
B4. Festões
B5. Marcha da Alfama
B6. Fado estilizado

Olivinha Carvalho - Apresenta Domingo em Portugal [LP]

A1. Oh Rosa arredonda a saia, .... - Olivinha Carvalho
A2. Caso encerrado - Antonio Campos
A3. Não acordes minha dor - Mª Alcina
A4. Veio a saudade - Mario Simões
A5. Chaile franjado - Tininha Gomes
A6. O fado é portugues - O. Carvalho
B1. Domingo em Lisboa - O. Carvalho
B2. Viver não custa - Alexandre Correia
B3. Doce Loucura - Lucia dos Santos
B4. Por te querer tanto - Paulo Barcelos

B5. Desgarrada - Antonio Campos & Maria Alcina
B6. Oh tempo, volta pra traz - Olivinha Carvalho

Olivinha Carvalho




Olivinha Carvalho (Olívia Corvacho) é carioca da gema, nasceu em 30/3/1930, filha de pais portugueses.
Seu pai, o sr. Antônio de Carvalho, foi cantor de rádio, mas logo abandonou a carreira; a mamãe, D. Zulmira fez rádio-teatro e a irmã, Idalina, chegou a ser cantora, mas depois, seguiu a profissão de costureira.
Olivinha iniciou sua carreira artística aos cinco anos de idade, no programa Heraldo Português, na Rádio Cajuti, do Rio de Janeiro. Aos seis foi para São paulo, contratada pelo teatro Boa Vista e pela Rádio Cosmos. Aos nove anos, a convite do compositor Braguinha gravou o primeiro disco na Columbia, tendo de um lado o vira Folhas ao vento e do outro lado o fado Evocação, ambos de Antônio Russo e Américo Morais
Quando fez dez anos, em 1940, foi contratada por Walter Pinto, que estreava como empresário, a menina trabalhou ao lado de Oscarito, Aracy Cortes, Moanoel Vieira e Lurdinha Bittencourt. Em 1944, fez sua estréia no cinema nacional, no filme Pif-Paf. A seguir participou das seguintes películas: Esta é fina (1947), Fogo na canjica (1947) e Eu quero é movimento (1949), dirigidos por Luís de Barros.
Em 1951 foi para a Rádio Nacional levada por Victor Costa, nesta emissora permaneceu durante 20 anos. Considerada uma das mais alegres cantoras, muito divertida, muito querida entre os colegas, amigos e fãs.
Sempre foi torcedora ardorosa do Vasco Futebol Clube, considerada uma das torcedoras ilustres daquele clube.

A Rádio Nacional foi a mais popular e conhecida emissora do Brasil, durante os anos de 1940/1950, pois pertencia ao governo federal, e era sua porta-voz, e também possuia o melhor cast de artistas, músicos e cantores nacionais. Olivinha e de Éster de Abreu eram as mais queridas e fieis cantoras da música lusa naquela emissora. Gravou dezenas de discos 78 rotações e alguns LP's.
A partir da década de 60 a cantora dedicou-se ao seu programa na TV Continental, Domingo em Portugal. Já na década de 1970 o espaço para os artistas da velha guarda foi sucumbindo. Não chegou a atuar em Portugal, como foi seu desejo.
Em 1967 é convidada para ser a madrinha do Rancho Folclórico da Casa de Viseu (terra de seus pais), no Rio, sendo padridnho Lima Abreu, este último um grande incentivador do folclore português.
Olivinha Carvalho que durante várias décadas se apresentou, com sucesso, em teatros, circos, cinemas e shows em praças públicas, se recolheu, ao lado de sua irmã Idalina, em seu apartamento no bairro de São Cristovão. Nenhuma das duas casaram, viveram sempre para seus pais.
Sempre que possível, participa de apresentações nas agremiações da colônia portuguesa no Rio de Janeiro.

Fonte: Blog Thais Matarazzo


Olivinha Carvalho - Lembranças de Portugal - (1971) [LP]


A1. Canto o fado
A2. Juramento
A3. Longe da vista
A4. ...
B1. Marcha da rua
B2. Lugar vazio
B3. O mar enrola na areia
B4. Festões
B5. Marcha da Alfama
B6. Fado estilizado

sábado, 9 de junho de 2012